Imagine que você é um médico diante de uma doença específica. Qual é, afinal, o melhor tratamento para essa doença? Você pode pensar em várias estratégias: seguir o que aprendeu na faculdade, repetir o que costuma funcionar na prática, confiar na opinião de colegas mais experientes ou simplesmente aplicar o protocolo mais recente.
Mas, se parar pra pensar, como você decide que uma opção é realmente melhor do que outra?
Isso não é bobagem. Frequentemente você vai se deparar com condutas que não são um puro uníssono: um fala uma coisa; outro fala outra completamente diferente. De fato, qual a melhor coisa a se fazer?
Por muito tempo, médicos determinaram essa questão por aquilo que eles achavam que era o tratamento correto. Por exemplo, uma vez acharam que usar antiarritímicos pós-infarto era uma boa coisa. Afinal, se uma das principais complicações após um infarto são as arritmias, por que não administrar antiarrítmicos preventivamente? À primeira